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Arquivo de 3, fevereiro, 2014

Filmes do Michael Moore

3, fevereiro, 2014 Sem comentários

 

Cineasta e documentarista que tem gerado polêmica com o seu posicionamento contra a violência e o capitalismo selvagem dos Estados Unidos

Michael Moore, cineasta e documentarista estadunidense

Considerando a natureza e a verdade “nua e crua” dos documentários produzidos por Michael Moore, cineasta, documentarista e escritor estadunidense conhecido pela sua postura crítica em relação às grandes corporações, à violência armada, à invasão do Iraque e à hipocrisia dos políticos, resolvi organizar os filmes mais “contundentes” que ele produziu nesta área, para que todos possam conhecê-los e assisti-los. São documentários IMPERDÍVEIS!

 

O primeiro filme trata-se de “Tiros em Columbine“, de 2002, onde Michael Moore investiga o fascínio dos estadunidenses pelas armas de fogo, e questiona a origem dessa cultura bélica, buscando respostas através de visitas a pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa. Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório.

 

Eis o vídeo no Youtube, completo e legendado:

 

O segundo é “Fahrenheit 9/11“, um documentário de 2004, escrito, estrelado e dirigido por Michael Moore. Fala sobre as causas e consequências dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, fazendo referência à posterior invasão do Iraque, liderada por esse país e pela Grã-Bretanha.

Eis o link no Youtube, com o filme completo e dublado:

http://youtu.be/vhT56WyYyZg

 

O terceiro é “SICKO – SOS Saude“, de 2007, que faz referência ao termo “sick“, que quer dizer “doente” em inglês. O documentário é sobre a saúde sob os aspectos sociais e éticos. Aborda a questão da seguridade social e saúde dos Estados Unidos e as contradições entre a riqueza do país e a má qualidade de vida decorrente de um péssimo serviço de assistência médica pública e privada e a lógica perversa do capitalismo que somente enxerga os lucros das poderosas seguradoras de saúde. Compara o modelo estadunidense com outros, como o canadense, o britânico, o francês e o cubano.

Eis o vídeo no Youtube, completo e legendado:

 

E o quarto e último desta seleção de Michael Moore, é “Capitalismo: uma história de amor“, de 2009, onde o cineasta denuncia a forma escandalosa como alguns magnatas enriqueceram vertiginosamente durante a presidência de George W. Bush, enquanto milhares de cidadãos comuns perderam os seus bens, as suas casas e ficaram em absoluta ruína financeira.

Eis o vídeo no Youtube, completo e legendado:

 

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Reflexão da semana (017)

3, fevereiro, 2014 Sem comentários

CONVERSA PARA RECEBER LEITOR

Jogamos o lixo para fora de nossa calçada, portas e janelas; não obedecemos às regras de trânsito, somos até mesmo capazes de depredar a coisa comum, utilizando aquele célebre e não analisado argumento segundo o qual tudo o que fica fora de nossa casa é “problema do governo“! Na rua a vergonha da desordem não é mais nossa, mas do Estado. Limpamos ritualmente a casa e sujamos a rua sem cerimônia ou pejo… (…). Não há dúvida de que fica cada dia mais complicado viver numa sociedade onde se tem uma cidadania em casa, uma outra no centro religioso e outra ainda – essa tremendamente negativa – na rua.

Roberto DaMatta

 

» O título refere-se à introdução do livro “A Casa & a Rua“, do antropólogo Roberto DaMatta. Texto extraído do livro:

DAMATTA, Roberto. “A Casa & a Rua“: espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil. 5.ed., Rio de Janeiro: Rocco, 1997. p.20-21.

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Poesia reunida – Martha Medeiros

3, fevereiro, 2014 Sem comentários

25 [1]
não devia te contar
mas se você guardar segredo
eu revelo este meu medo
de não saber amar

não devia te amar
mas se você guardar meu medo
eu revelo este segredo
que não sei contar

 

31 [2]
quanto mais palavras saem de minha boca
mais me dou conta de que não sou eu que falo
pois o que penso não tem nada a ver
e o que faço já é outro papo
e o que pareço já nem sei contar

 

97 [3]
tenho urgência de tudo
que deixei pra amanhã

99 [4]
espelho, espelho meu
existe no mundo alguém
que reflita mais do que eu?

______
1.MEDEIROS, Martha. “Poesia reunida” (Meia-Noite e um Quarto, 1987). Porto Alegre: L&PM, 2011. p.23

2.Id., Ibid., p.25

3.Id., Ibid., p.69

4.Id., Ibid., p.69

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A abreviatura da palavra PROFESSOR

3, fevereiro, 2014 Sem comentários

Este equívoco é muito comum (e confesso que sempre me incomodou!)… mas casualmente encontrei o artigo abaixo… Resolvi compartilhar…

E mais um detalhe: isso se aplica também à palavra Doutor, cuja abreviação é “Dr.“, e JAMAIS “Dr.º“, bem como a Senhor, cuja abreviação é “Sr.“, e JAMAIS “Sr.º“.

Espero que isso esclareça de vez esse assunto…

Eis o link do artigo: A abreviatura da palavra professor

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HOJE É MEU ANIVERSÁRIO… 10 ANOS DE UNEAL!¹

3, fevereiro, 2014 Sem comentários

Arapiraca/AL, 26 de janeiro de 2004… Assumia o cargo para o qual fora aprovado e nomeado: Professor Auxiliar da “Fundação Universidade Estadual de Alagoas – FUNESA“. O concurso aconteceu resultante de muita luta e uma mobilização de vários meses dos estudantes e professores à época. E a nomeação aconteceu vários meses após o concurso, resultante de outra luta. Bem como a ampliação de nossa carga horária, de 20 para 40 horas, a reposição salarial, a nomeação dos Reitores, o enquadramento por titulação, o concurso para os técnico-administrativos…

Nada tem sido fácil nestes últimos 10 anos, como nada foi fácil para esta instituição, que desde 2006, após muito esforço e união, conquistou o status de UNIVERSIDADE, tornou-se a “Universidade Estadual de Alagoas – UNEAL“. E por tudo isso e pelo papel social que desempenha, bem como pela real contribuição que desenvolve no interior do Estado, com todas as dificuldades e mazelas a que é submetida, tenho orgulho de fazer parte desta universidade, que é, verdadeiramente, do povo alagoano.

Sem contar os muitos amigos e amigas que nos conquistaram a amizade, dentre técnicos, professores e estudantes. Muitos dos quais possuem um lugarzinho cativo no coração.

Comemoro 10 anos como professor de uma Universidade que tem história… faço parte desta história, pelo menos de uma quarta parte dela! Vivam a todos aqueles que construíram a história de luta e mudança que a Uneal desempenha e que lhe é imanente, parte essencial de sua personalidade e de seu caráter.

Aproveito para dedicar um trecho de Gibran Khalil Gibran*, em sua obra “O Profeta”, pela passagem de “meu aniversário” e de tantos colegas que, juntos, optamos por integrá-la desde 26 de janeiro de 2004:


(…) sois tão fraco quanto o vosso elo mais fraco.
(…) sois tão fortes quanto o vosso elo mais forte.
Medir-vos pelo vosso menor feito é avaliar o poder do oceano pela fragilidade de sua espuma.
Julgar-vos por vossos fracassos é culpar as estações por sua inconstância.

Sim, sois como um oceano,
E apesar de barcos com pesadas âncoras esperarem a maré em vossas praias, ainda assim, como o oceano, não podeis impedir vossas marés.

Também como as estações sois vós,
E apesar de negardes vossa primavera durante vosso inverno,
Ainda assim a primavera, repousando dentro de vós, sorri em sua preguiça e não é ofendida.

Não pensais que digo estas coisas para que digam uns aos outros: ‘Ele nos elogiou. Ele viu apenas o bom dentro de nós’.

Apenas digo em palavras o que vós mesmos sabeis em pensamento.

______
*GIBRAN, Gibran Khalil. “O profeta”. Porto Alegre: L&PM, 2010. p.108-109.

¹Texto originalmente publicado em meu perfil no Facebook (Wellyngton Silva), em 26 de janeiro de 2014, pela passagem dos 10 anos de minha posse na Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL). Eis o link da postagem: https://www.facebook.com/wellyngton.silva.52/posts/3886299811464

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