Fazendo baliza sem dificuldade

7, fevereiro, 2014 Sem comentários

Dicas para fazer uma baliza perfeita¹

O sucesso da baliza só se dá quando se encontra a posição correta de parar o veículo ao lado do à frente da vaga. Isso deve ser descoberto com um pouco de treino.

Sempre se certifique que existe espaço para o seu veículo. Aproveite o momento em que está passando ao lado da vaga para comparar o tamanho do seu veículo com o espaço disponível. Lembre-se que não basta ele caber, ele precisa de pelo menos 30% do seu tamanho a mais para realizar os movimentos com segurança.

Cuidado com motos estacionadas, elas entram no ponto cego do retrovisor durante a manobra.

Cuidado ao manobrar veículos do tipo sedan cuja traseira pode ficar oculta pelo retrovisor.

Faça os movimentos com calma, sempre verificando os três retrovisores à procura de pedestres, veículos em movimento, animais, obstáculos e evitando danificar os veículos estacionados.

Não tenha vergonha, treine muito, só assim você poderá fazer baliza com facilidade e precisão.

 

Clique na imagem para ampliá-la:

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¹Texto e imagem extraídos da página no Facebook da Prefeitura de Contagem.

 

 

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Coisas que não se discutem

6, fevereiro, 2014 Sem comentários

Dê bonecas para os meninos e ação e aventura para as meninas¹

5, fevereiro, 2014 Sem comentários

Este texto proporciona uma oportuna discussão! E me fez lembrar de uma fato que presenciei:

Meu filho, há cerca de três anos, foi impedido de brincar em uma área de lazer [pelo qual paguei, em um shopping] simplesmente porque lá imitava um supermercado e uma cozinha. A mulher, à entrada, disse a ele (e eu ouvi): “ISSO AQUI É PARA MENINAS!” Ele voltou frustrado… eu cheguei perto dele e o chamei para próximo da mulher. E disse bem alto a ele, de forma que a mulher pudesse escutar: “Caio, quem disse que fazer compras é coisa de mulher? Eu faço compras e você sempre me ajuda! E quem faz a sua comida, na cozinha? Quem cozinha, prepara a sua comida e lava os pratos em casa? Não sou eu? Então cozinha não é lugar para meninas, é lugar para quem cozinha, seja homem ou seja mulher.” A mulher permaneceu calada o tempo todo. E completei: “Você quer brinca lá? Então vá e divirta-se!“. Ele ficou todo agitado e correu para o “supermercado”…

Aí aconteceu algo inusitado… Um grupo de uns 5 garotos estava do lado querendo brincar e também havia sido impedido pela mulher. Todos os garotos “invadiram” o local e ficaram brincando de escolher e comprar verduras, frutas… outros ficaram “cozinhando” e “arrumando” a cozinha. Minutos depois é que apareceram algumas meninas e se juntaram ao grupo. Foi uma alegria vê-los brincar! Todos os meninos e todas as meninas brincando no mesmo espaço. Sem adultos para impedir as suas brincadeiras!

Pois é! Eu só sei que, ainda neste mês de janeiro, eu assisti com o meu filho, no Teatro Gustavo Leite, “Monster High“, uma peça baseada em um desenho animado [muito badalado] que é rotulado por muitos como “para meninas”, e o que tinha de menino no teatro… filhos, naturalmente, de pais e mães que já superaram as amarras desses preconceitos. Rosa para meninas, azul para meninos! Sinceramente…

E fica a pergunta: DE ONDE SURGEM OS PRECONCEITOS?
DICA: não é das crianças!

Eis alguns trechos do artigo (recomendo a leitura do artigo, no link abaixo):

Sou mãe de uma menina e de um menino e comecei a reparar que a segmentação por gênero parece pior para as meninas, mas na verdade é prejudicial para ambos. Quando uma menina decide brincar com algo que a indústria formatou para meninos o choque é quase nulo. Já quando ocorre de o menino se identificar com um brinquedo tradicionalmente ‘de menina’, as reações dos adultos e até mesmo de algumas crianças chega a ser ofensiva. Eu mesma já ouvi o clichê ‘larga esta boneca que isso é coisa de menina!’

‘Vi um jogo que meu caçula adora: frutas com velcro para cortar de mentirinha. Na embalagem rosa, uma menina sorria. Fiquei receosa de dar o presente e ser mal interpretada. Era claramente um brinquedo que estava segmentado para as meninas, mas que meu caçula, por nunca ter visto a embalagem, brinca com naturalidade’, relembra. Mariana relata que com 3 anos, o filho começou a diferenciar brinquedos pela cor e passou um tempo recusando os brinquedos rosa. ‘Depois de muita conversa passou, por que felizmente ele tem acesso aos brinquedos da irmã e na escola dele as brincadeiras com objetos tradicionalmente femininos são muito promovidas’, diz. ‘Tenho convicção que panelinhas coloridas com meninos na embalagem fariam sucesso porque vejo muitas mães procurando este tipo de brinquedos para os meninos sem sucesso’, completa Mariana Sá.’

 

Eis o link da publicação a que me refiro (recomendo a leitura): Dê bonecas para os meninos e ação e aventura para as meninas.

 

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¹Este é o título da publicação a que me referi em meu texto, cuja autora é Valéria Mendes (Saúde Plena), com publicação em 30/01/2014. Clique no link acima e leia a íntegra da publicação.

O texto foi publicado originalmente em meu perfil no Facebook, no link https://www.facebook.com/wellyngton.silva.52/posts/3903990893730

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Tudo nosso, nada nosso – por Ferréz¹

4, fevereiro, 2014 Sem comentários

O País há muitos anos é vendido como rico (…).

Balela, mentira. A elite não está preparada para dividir seus espaços, seus feudos, sua exclusividade (…).
‘Por que eles não ficam no lugar deles?’
Porque o lugar deles é ruim. (…)
A periferia há muitos anos está defasada de algo que atraía o jovem. Não temos meio nenhum de entretenimento para alguém que hoje completa 14 anos.

A frase mais incompleta do país. Um país de todos. Vamos completar. Desde que cada um fique no seu quadrado.

 

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¹Postagem em meu perfil no Facebook, indicando a publicação “Tudo nosso, nada nosso – por Ferréz“. Esta publicação pode ser acessada clicando-se aqui.

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Filmes do Michael Moore

3, fevereiro, 2014 Sem comentários

 

Cineasta e documentarista que tem gerado polêmica com o seu posicionamento contra a violência e o capitalismo selvagem dos Estados Unidos

Michael Moore, cineasta e documentarista estadunidense

Considerando a natureza e a verdade “nua e crua” dos documentários produzidos por Michael Moore, cineasta, documentarista e escritor estadunidense conhecido pela sua postura crítica em relação às grandes corporações, à violência armada, à invasão do Iraque e à hipocrisia dos políticos, resolvi organizar os filmes mais “contundentes” que ele produziu nesta área, para que todos possam conhecê-los e assisti-los. São documentários IMPERDÍVEIS!

 

O primeiro filme trata-se de “Tiros em Columbine“, de 2002, onde Michael Moore investiga o fascínio dos estadunidenses pelas armas de fogo, e questiona a origem dessa cultura bélica, buscando respostas através de visitas a pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa. Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine. Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório.

 

Eis o vídeo no Youtube, completo e legendado:

 

O segundo é “Fahrenheit 9/11“, um documentário de 2004, escrito, estrelado e dirigido por Michael Moore. Fala sobre as causas e consequências dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, fazendo referência à posterior invasão do Iraque, liderada por esse país e pela Grã-Bretanha.

Eis o link no Youtube, com o filme completo e dublado:

http://youtu.be/vhT56WyYyZg

 

O terceiro é “SICKO – SOS Saude“, de 2007, que faz referência ao termo “sick“, que quer dizer “doente” em inglês. O documentário é sobre a saúde sob os aspectos sociais e éticos. Aborda a questão da seguridade social e saúde dos Estados Unidos e as contradições entre a riqueza do país e a má qualidade de vida decorrente de um péssimo serviço de assistência médica pública e privada e a lógica perversa do capitalismo que somente enxerga os lucros das poderosas seguradoras de saúde. Compara o modelo estadunidense com outros, como o canadense, o britânico, o francês e o cubano.

Eis o vídeo no Youtube, completo e legendado:

 

E o quarto e último desta seleção de Michael Moore, é “Capitalismo: uma história de amor“, de 2009, onde o cineasta denuncia a forma escandalosa como alguns magnatas enriqueceram vertiginosamente durante a presidência de George W. Bush, enquanto milhares de cidadãos comuns perderam os seus bens, as suas casas e ficaram em absoluta ruína financeira.

Eis o vídeo no Youtube, completo e legendado:

 

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